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trombofilias

O termo trombofilia foi inicialmente utilizado em 1965, por Egeberg, ao descobrir uma família Norueguesa com tendência a apresentar episódios de trombose venosa, e depois diagnosticada como sendo portadora de deficiência de antitrombina III, uma trombofilia hereditária. Desde então o termo trombofilia vem sendo utilizado, porém, com sua definição ampliada, designando uma tendência aumentada a apresentar fenômenos tromboembólicos, seja esta hereditária ou adquirida.

Trombose

O termo trombofilia foi inicialmente utilizado em 1965, por Egeberg, ao descobrir uma família Norueguesa com tendência a apresentar episódios de trombose venosa, e depois diagnosticada como sendo portadora de deficiência de antitrombina III, uma trombofilia hereditária. Desde então o termo trombofilia vem sendo utilizado, porém, com sua definição ampliada, designando uma tendência aumentada a apresentar fenômenos tromboembólicos, seja esta hereditária ou adquirida.

Quando suspeitar de uma trombofilia?

As trombofilias podem ter diversas apresentações clínicas. Podem se apresentar como eventos tromboembólicos venosos em qualquer idade ( tromboses venosas e embolia pulmonar), tromboses venosas recorrentes, tromboses venosas em locais incomuns ( cerebrais, veias do intestino e fígado), história familiar positiva para tais eventos, história obstétrica ( perdas fetais, partos prematuros, pré-eclãmpsia), resistência aumentada a heparina, necrose cutânea induzida por anticoagulantes orais e tromboses arteriais. Mais frequentemente o que nos faz pensar em trombofilias são pacientes jovens apresentando eventos trombóticos, tromboses recorrentes e/ou em locais infrequentes e história familial positiva para fenômenos tromboembólicos.

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